Crítica | Minha Vida de Abobrinha (2016)

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Animações são usadas para contar grandes histórias – voltada para o publico infantil – que podem ensinar lições e transformar uma história trágica em algo mais leve e fácil de se entender, e no stop-motion não é diferente, como vemos em Minha Vida de Abobrinha.

O filme que concorre ao Oscar de melhor longa animado, acompanhamos o órfão de nove anos, apelidado de abobrinha, que após se envolver em um acidente onde sua mãe é morta, acaba sendo mandado para um orfanato na França. No longa vemos abobrinha interagindo com as crianças do orfanato, cada uma de uma nacionalidade – como uma forma de mostrar um pouco a questão dos imigrantes do país – transformando aquele lugar aos poucos em seu lar.

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Sendo o primeiro longa do diretor Claude Barras, vemos sua delicadeza em contar uma história infantil, e como moldar isso com a arte do stop-motion. Podemos ver claramente influencias de Tim Burton, com seu estilo mesmo que fofo, parece meio ¨assustador¨, parecendo sempre que seus personagens estão doentes – olhos grandes, um grande sombreado em volta e nariz vermelho, como se estivesse resfriado.

Barras consegue muito bem contar uma história triste em Minha Vida de Abobrinha usando o olhar infantil, com a animação stop-motion, que dá um ar e profundidade artística mais para o longa, mas que acaba não apresentando nada tão novo assim.

Nota: 3,5/5

 

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