Crítica | The Keepers (Documentário Netflix)

A série documental produzida pela Netflix, The Keepers, é uma história toda baseada em fatos, onde acompanhamos caso do assassinato da freira Cathy Cesnik, cometido em Baltimore, nos EUA, na década de 1970. A trama passa por divers

os assunto, como pedofilia, corrupção, preconceito e educação. Ryan White consegue em seu documentário apresenta uma narrativa didática e que nos deixa cada vez mais curiosos sobre o caso da freira.

O documentário é dividido em sete episódios com mais ou menos uma hora cada, onde vemos algumas reportagens que falam sobre o desaparecimento da freira e as pessoas tentando entender a morte da professora mais conhecida e adorada pela Archbishop Keough High School. A jovem Cesnik, foi encontrada morta após dois meses de seu desaparecimento, onde não se sabe quem é o assassino mas que ele pode estar muito próximo.

A investigação é feita por Gemma Hoskins e Abbie Fitzgerald Schaub, ex-estudantes de Keough e alunas de Cesnik, pelo qual sentem um amor obsessivo e quase inexplicável. Outra pessoa envolvida é o jornalista Tom Nugent, que acompanhou todo o caso e que é obcecado pelo assassinato e pelos absurdos cometidos pela igreja em Baltimore. O caso é contado nos dias de hoje, mas vemos muitas fotos e reportagens que foram feitas na época, dado um tom de mais terror para a trama.

Conforme vamos conhecendo mais sobre o caso, também vemos entrevistas com vítimas de abuso – no caso também ex-estudantes – da escola Keough. As principais envolvidas são Jane Doe e Jane Row, que ficaram muito conhecidas por denúncias o padre Joseph Meskell. E ainda em alguns momento nos questionamos como as pessoas sabendo disso na comunidade, deixam esse tipo de coisa acontecer, transformando Meskell, em o símbolo mais importante e intocável da igreja.

The Keepers faz com que tenhamos raiva da igreja pelos seus atos absurdos graças ao poder que lhe dão, mas nos faz questionar também o lado que sofreu os abusos, por não tomarem certas atitudes antes e como o trabalho de Ryan White, não é fazer com que tenhamos dúvidas sobre nossa fé, mas sim que o homem sempre pode mostrar seu pior lado, sendo ele religioso ou não.

Nota: 4/5

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